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Governo do Maranhão intensifica assistência às famílias atingidas pelas chuvas

Resgate e realocamento de 1.471 famílias desabrigadas ou desalojadas, em 16 cidades em situação de emergência, foi realizado pelos bombeiros.

20/01/2022 às 19h35 Atualizada em 20/01/2022 às 20h28
Por: Redação Fonte: Secom Maranhão
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Foto: Reprodução/Secom Maranhão
Foto: Reprodução/Secom Maranhão

O Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA) mantém o trabalho de resgate e realocamento das famílias afetadas pelas chuvas no estado. Segundo boletim divulgado nesta quinta-feira (20), são 1.471 famílias desabrigadas ou desalojadas e 16 cidades em situação de emergência. Os que necessitam de abrigos públicos foram acomodados pelo Governo do Estado e Defesa Civil.

Além de atuar na entrega de alimentos (quentinhas e cestas básicas), o Corpo de Bombeiros realiza vistoria nas estruturas atingidas pelas águas, atua no resgate e recondução das famílias e auxilia no transporte de profissionais da saúde para atendimento nas áreas mais prejudicadas.

Na cidade de Imperatriz, uma das mais afetadas, as equipes também distribuíram brinquedos em todos os abrigos públicos, alcançando 240 crianças. Os brinquedos foram adquiridos pela gestão estadual como forma de suavizar a rotina vivida pelas famílias afetadas. Militares do 3°Batalhão de Bombeiros Militar (BBM) distribuíram brinquedos em todos os abrigos públicos de Imperatriz.

“A permanência das famílias em abrigos públicos é necessária para a segurança de todos aqueles que residem em áreas atingidas. As chuvas continuam e vêm causando aumento do volume de água dos rios e inundando as regiões”, explica o major do CBMMA, José Lisboa.

Cidades em situação de emergência

Mirador, Grajaú, Barra do Corda, Jatobá, Paraibano, Formosa da Serra Negra, Imperatriz, Vila Nova dos Martírios, Fortuna, São Luís Gonzaga, Parnarama, Buriti Bravo, São Roberto,  Lagoa Grande do Maranhão, São Pedro da Água Branca e Colinas são as cidades que decretaram situação de emergência. Além desses municípios, outros 15 seguem em monitoramento pela Defesa Civil.

A permanência das famílias em abrigos públicos é uma ação necessária para a segurança de todos aqueles que residem em áreas atingidas pelo aumento do volume do rio Tocantins.

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